sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Petrobras desvaloriza R$ 13,9 bilhões após balanço; Lula, Dilma e Foster deveriam estar na cadeia.


Chave de cadeia – Em qualquer país minimamente sério, com autoridades razoavelmente responsáveis, a diretoria da Petrobras e todos os envolvidos no Petrolão, o maior escândalo de corrupção da história nacional, estaria presos. Embalados por justificativas esfarrapadas e sucessivas, o governo do PT tenta esconder a realidade, mas a cada dia que passa a Operação Lava-Jato, deflagrada pela Polícia Federal em março de 2014, traz um novo detalhe da roubalheira que se instalou nos cofres da estatal.

Nesta quarta-feira (28), após alguns adiamentos, a Petrobras divulgou o balanço do terceiro trimestre do ano passado, sem inserir nos cálculos os valores correspondentes ao carrossel de corrupção que funcionou em algumas diretorias durante anos a fio e com a explícita anuência do Palácio do Planalto (leia-se Lula e Dilma Rousseff). Para piorar o que já era ruim, o balanço da Petrobras foi divulgado sem a chancela da empresa de auditoria, que se recusou a assinar o documento nas condições atuais.

Logo depois da divulgação do desastrado balanço, as ações da Petrobras despencaram na Bovespa e na Bolsa de Nova York. Ao final do dia, a queda foi superior a 11% e fez com que a empresa perdesse R$ 13,9 bilhões em valor de mercado. A queda fez com que o valor de mercado da petroleira caísse de R$ 128,7 bilhões, registrado na terça-feira (27), para R$ 114,8 bilhões nesta quarta. Em 2010, o valor de mercado da empresa era de R$ 380,2 bilhões.

Analisando-se os estratosféricos números acima é possível concluir, sem muito esforço do raciocínio, que sob o manto de Dilma Rousseff a Petrobras desvalorizou mais de R$ 260 bilhões. Mesmo assim, a presidente da República ordenou aos seus 39 ministros para que mintam de forma acintosa para sustentar uma guerra de informação, pois do contrário a petista dificilmente chegará ao final do seu segundo mandato.

A presidente da Petrobras, Maria das Graças Foster, que também deveria estar presa, disse ser impossível mensurar o valor da roubalheira que serviu para o governo do PT comprar apoio político no Congresso Nacional, mas dados iniciais, apresentados em reunião do Conselho de Administração da estatal, mostram que o rombo decorrente da corrupção ultrapassou a marca de R$ 88 bilhões. Somente esse detalhe é motivo suficiente para mandar para a cadeia algumas dúzias de políticos e autoridades, começando por Lula e Dilma.

A situação dos atuais inquilinos do Palácio do Planalto não é das mais confortáveis, devendo piorar nos próximos dias. Essa mudança do cenário atual explica-se pelas mais de doze ações que foram protocoladas na Justiça dos Estados Unidos contra a estatal por causa dos bilionários prejuízos dos investidores que apostaram na empresa brasileira. Com a divulgação do malfadado balanço e a informação de que o prejuízo causado pelo esquema de corrupção ultrapassou a marca de R$ 88 bilhões, o Petrolão torna-se o maior escândalo da história da humanidade.

Em outro vértice do imbróglio, mas ainda no âmbito das ações judiciais que tramitam na Justiça norte-americana, Dilma terá sérios problemas pela frente, pois sua participação no esquema criminoso, mesmo que indiretamente, se deu como presidente do Conselho de Administração da estatal, como ministra de Minas e Energia, como chefe da Casa Civil e como presidente da República.

Em relação aos desdobramentos do caso no Brasil, Dilma dificilmente escapará de algum tipo de punição, pois, como afirmou o UCHO.INFO em matéria de agosto de 2014, a Operação Lava-Jato subiu a rampa do Palácio do Planalto. Não por acaso, a presidente da República e seu antecessor, o lobista apedeuta Lula, estão mergulhados em estranho e obsequioso silêncio.

Postado por Blog do Beto

Conjugue com Dilma: Eu menti, vocês mintam...

Dilma Rousseff
Ricardo Noblat
Sabe por que a presidente Dilma Rousseff não concede entrevistas desde as vésperas do Natal do ano passado? Porque se sentiria obrigada a mentir. Como mentiu para se reeleger.

Deve achar que para se reeleger valeu a pena mentir. Mas que para continuar mentindo e justificar as mentiras passadas, o preço a pagar seria mais alto.

O silêncio dela, pois, não trai nenhum arrependimento por ter mentido à farta durante a campanha eleitoral. Trata-se apenas de pura e legítima defesa.

Dilma pode ser tudo, menos boba. Não se conhece aqui ou lá fora um bobo que tenha chegado ao poder. E ali se mantido por um tempo razoável.

Uma parte dos erros que Dilma cometeu na condução econômica do seu primeiro governo se deveu de fato à sua incompetência. De ótima gestora, como foi vendida por Lula, não tinha nada.

Mas a outra parte dos erros foi cometida de forma consciente. Para facilitar a reeleição. Por causa disso, gastou mais do que o governo poderia ter gastado. Deixou a inflação crescer por causa disso.

No momento em que se cala e quase some de circulação, Dilma cobra dos seus ministros que façam o contrário. Que se exponham mais e mais. E que “travem a batalha da comunicação”.

Por “batalha da comunicação”, entenda-se repetir as mentiras da campanha. E assim vemos ministro constrangido a dizer, por exemplo, que as conquistas sociais são intocáveis. Não são.

E vemos ministros forçados a recuarem do que haviam dito – como ocorreu com Joaquim Levy, da Fazenda, mais de uma vez. O risco maior que eles correm: ser desautorizados por ela.

Em resumo: assim Dilma se preserva. E acaba jogando seus auxiliares no forno.

"Petrobras simboliza todos os males do Brasil", diz Le Monde

"Petrobras: história de um escândalo
que faz o Brasil tremer",
diz Le Monde.

Reprodução
"Petrobras: história de um escândalo que faz o Brasil tremer", diz Le Monde. 

A corrupção e os maus resultados do balanço da Petrobras são tema de duas reportagens na grande imprensa francesa nesta quinta-feira (29). O diário econômico Les Echos diz que o Brasil “se afunda no escândalo”, enquanto o verspertino Le Monde, em uma chamada de capa, afirma que “a Petrobras simboliza todos os males do Brasil”.

Ilustrada com uma foto da presidente Dilma Rousseff levando aos mãos ao rosto, o artigo do correspondente no Rio de Janeiro afirma que a multinacional pagou propinas durante 10 anos, “principalmente para a coalizão que está no poder”, notadamente o PT, o PMDB e o PP. “Nenhum grupo industrial personificou tanto a ascensão do Brasil, e nenhum se viu no coração de um escândalo. Atingido pela revelação de um sistema de corrupção e de propinas generalizado, o gigante petroleiro se tornou em alguns meses o símbolo de todos os males do Brasil”, afirma o repórter Nicolas Bourcier.

O artigo de página inteira faz um resumo da trajetória da empresa nos últimos anos, a partir do seu auge, no final dos anos 2000, com a descoberta do pré-sal – quando a presidente Dilma Rousseff chegou a afirmar que “Deus era brasileiro” –, até o atual estado, com a divulgação de um balanço, na última quarta-feira (28), revelando a deterioração das contas da empresa. O balanço omite os custos da corrupção e não contou com auditoria da consultoria PwC, que se recusou a avalizar o documento.

O Le Monde reproduz os três cenários possíveis para o futuro da empresa elencados pela revista brasileira Exame. No cenário otimista, o preço do barril do petróleo sobe, a empresa reconhece a corrupção e suas ações sobem 60%. No cenário intermediário, o preço sobe menos, o ritmo das construções de plataformas diminui, mas a produção de petróleo aumenta. No cenário pessimista, o valor do barril se aproxima dos US$ 75 e a empresa precisará pagar uma multa de R$ 340 milhões, contando com o BNDES para se salvar. “O risco de um desmantelamento da empresa ou de uma divisão das atividades com vistas em uma privatização parcial é evocado”, diz o Le Monde.

Les Echos: "Brasil afunda"

A publicação do balanço financeiro do terceiro trimestre de 2014 da Petrobras ganhou destaque no diário econômico francês Les Echos, que não poupa críticas à situação da empresa e suas repercussões para a imagem do país. O escândalo é revelador do nível de corrupção praticado no Brasil, diz o texto da reportagem publicada na edição desta quinta-feira (29).

"O Brasil se afunda no escândalo político financeiro da Petrobras" é o título de uma reportagem ilustrada com uma foto da presidente Dilma Rousseff e da presidente da Petrobras, Graça Foster, vestidas com o macacão da empresa durante a campanha presidencial, em setembro do ano passado.

“Foi durante a noite, quase na clandestinidade que o gigante brasileiro do petróleo publicou seu balanço... do terceiro trimestre de 2014!”, exclama o jornal, lembrando que a divulgação dos dados  era aguardada desde novembro e havia sido adiada duas vezes.

No entanto, o balanço ainda é oficioso porque ainda não passou pelo crivo de auditores externos, informa o jornal. A presidente da empresa admitiu que ainda não é possível avaliar com precisão a extensão dos estragos provocados pela corrupção e sua depreciação nos ativos da empresa.

E não foi por falta de procurar, ironiza Les Echos. Os especialistas adotaram um método que identificou um buraco de R$61,4 bilhões, mas a empresa preferiu usar as regras e exigências das comissões de regulação das bolsas de valores do Brasil e dos Estados Unidos para exibir dados mais confiáveis. Nada disso deu garantias e resgatou a confiança dos investidores, constata o artigo.

O choque na Bolsa de São Paulo foi tão violento que o anúncio de que o lucro líquido da Petrobras caiu 38% em relação ao segundo trimestre do ano, e registrou queda de 9% na comparação com o terceiro trimestre de 2013, quase passou despercebido.

Situação desconfortável

Apesar do otimismo apresentado por Graça Foster com a chegada do executivo João Elek para pilotar o comitê de Governança, Risco e Conformidade da empresa, a situação atual da Petrobras não é nada confortável.

“Sem balanço oficial e muito endividada, a Petrobras não tem mais acesso aos mercados financeiros”, lembra Les Echos, que cita ainda o impacto negativo sobre os planos de investimentos e o abandono de vários projetos como a construção polêmica de duas refinarias.

Les Echos também destaca o pedido da presidente Dilma Roussef para que os envolvidos no escândalo de corrupção sejam punidos, “mas sem que a empresa saia prejudicada”. Descoberto há pouco menos de um ano, o escândalo da Petrobras continua provocando estragos e sua extensão se amplia a cada dia, enfraquecendo a maior empresa do país. “O caso Petrobras é revelador do alto grau da corrupção que persiste no Brasil”, afirma Les Echos.

Identificados suspeitos de matar PM em Alagoinhas; vítima não era alvo

Policial militar Anderson Reis Pinheiro
Polícia Civil pediu à Justiça a prisão de dois traficantes de drogas por morte.
Eles queriam acertar adolescentes; de folga, vítima passava em bicicleta.

Dois traficantes de drogas foram identificados como responsáveis pela morte do policial militar Anderson Reis Pinheiro, na cidade de Alagoinhas, segundo informações da Polícia Civil obtidas pelo G1 nesta quinta-feira (29). De acordo com a polícia, as prisões foram solicitadas à Justiça.

Investigação inicial aponta que o alvo dos criminosos era dois adolescentes, que supostamente têm envolvimento com o tráfico, e não o soldado, que passava de bicicleta à paisana, na Praça Santa Isabel, no bairro Sobocó, quando foi atingido.

O crime aconteceu na noite de quarta-feira (29), na Rua Primeiro de Janeiro. Nenhum objeto pessoal do soldado foi roubado e a polícia não acredita em execução. Os dois adolescentes foram baleados na perna, foram socorridos e não correm risco de morte. Tanto eles quanto os autores do crime estavam em motocicletas. Nenhum foi localizado até o momento.

A vítima era lotada na Companhia Independente de Policiamento Especializado/Litoral Norte (CIPE/LN) e será sepultada às 16h desta quinta-feira (29), no Cemitério do Calú, localizado em Alagoinhas. Anderson Reis estava de folga e tentou entrar num bar, depois de ser baleado, mas não resistiu à gravidade dos ferimentos.

Fonte:

DILMA DIZ QUE DESVIOS NA PETROBRÁS FOI PELO BEM DO POVO BRASILEIRO


A presidente Dilma Rousseff decidiu quebrar o silencia na tarde de hoje sobre os escândalos de corrupção na Petrobrás. Segundo declarou “o desvio de 88 bilhões foi pelo bem do povo brasileiro, que agora tem o que comer e os mais pobres estão entrando na universidade”.

A declaração foi feita em uma reunião com bloguistas progresseiros, que compareceram ao Planalto para perguntar à presidente sobre o que deveriam escrever em seus blogs, já que são obrigados a falar bem do governo e o assunto do momento é corrupção na estatal.

Segundo o editor do conceituado blog governista “Boqueteando o Lula”, “eu, como muitos de meus companheiros, estava apreensivo, sem saber o que escrever, já que meu blog é de política e eu não tinha como defender o governo. Passei os últimos dias publicando horóscopo e receitas vegetarianas, mas todo mundo já tinha percebido que eu estava evitando falar da Petrobrás. Agora com esse argumento que a presidente sugeriu, vou poder falar bem do governo novamente”.

Dilma também disse que “os tucanos queriam privatizar a Petrobrás e agora falam mal dos avanços da estatal”.

Declarou, por fim, que “88 bilhões não é nada, se dividido pela população da China. Por isso eu acho que a oposição tá fazendo tempestade em copo d’água”.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

O PALÁCIO DO PLANALTO SABE DE TUDO


Nem precisa mais "descobrir e investigar", basta "punir".

Deixa ver se me explico bem... Quero dizer que esse balanço trimestral divulgado pela Petrobras sem contabilizar a corrupção e sem auditoria é um deboche, um acinte à sociedade brasileira e uma prova irrefutável de que o crime organizado não só tomou de assalto aquela que foi a maior empresa petrolífera do Hemisfério Sul, como continua assaltando à mão desarmada esse País, sem medo de ser feliz.

E o crime organizado não age só de dentro pra fora; agora se sabe que o Palácio do Planalto foi que mandou que o balanço fajuto, atrasado e incompleto - propositadamente incompleto e fajuto - fosse apresentado à Nação.

O crime organizado age em mão dupla: de dentro para fora e de fora para dentro. E isso é que é o melhor dessa história de gangsterismo. O melhor de tudo é justamente isso: Graça Foster foi orientada pelo Planalto a fazer o que fez.

O melhor? Vocês acham que eu deveria dizer o pior de tudo e não o melhor... Mas não, eu estou certo e feliz da vida. É o melhor de tudo, sim senhor; o melhor de tudo, porque agora a gente já sabe que o Palácio, a Presidência e quem quer que esteja sentado naquela cadeira com o espaldar mais alto da República sabe de tudo e agora se revelou cúmplice.

É disso que se tem que falar. É isso que o Ministério Público Federal tem que denunciar. Nem precisa seguir a cartilha que Dilma Vana leu de improviso no solene ato em que deu posse a si mesma, lá no Congresso Nacional, quando falando sobre corrupção, estofou o peito e bravateou que "precisamos descobrir, investigar e punir".

Então, minhas queridas e meus queridos, já se descobriu, não é preciso mais mandar a Polícia Federal investigar... O réu é confesso. Basta punir. E punir quer dizer, devolução do roubo aos cofres públicos e cadeia para os malfeitores. É só isso que precisa ser feito agora, para que amanhã ou depois, o Brasil "não tenha baderna".

Postado por Laoviah Raziel

Petrobras desmente Dilma


  Foto:Google
MERVAL PEREIRA

Assim como a bronca que a presidente Dilma deu no operador do teleprompter revelou aos mais desavisados que aquela fala coloquial na reunião ministerial nada tinha de espontânea, estava toda escrita por ghost writer com viés de marqueteiro, também a revelação do balanço incompleto da Petrobras demonstrou o que provavelmente a maioria já suspeitava: a situação da maior estatal brasileira é caótica, e ninguém sabe qual é o número verdadeiro do rombo que o petrolão causou.

A própria Graça Foster, presidente da empresa, admitiu por escrito "ser impraticável" a quantificação destes valores "indevidamente reconhecidos" (uma variação do famoso "dinheiro não contabilizado" eternizado pelo tesoureiro do PT Delúbio Soares no mensalão).

Sem uma avaliação de auditores independentes, que se recusaram a endossar os números, o balanço do 3 trimestre fez virar pó toda a propaganda lida por Dilma sobre a Petrobras que, segundo ela, "já vinha passando por um rigoroso processo de aprimoramento de gestão" antes do escândalo, e no entanto não foi capaz de dimensionar o verdadeiro buraco nas contas da empresa.

Há informações de que na reunião do Conselho de Administração que aprovou o balanço divulgado, houve pressão de ministros da antiga administração que se opuseram à adoção de critérios para definir as perdas, por considerarem que nem tudo nos 31 projetos que tiveram redução no valor do ativo estava relacionado com perdas por corrupção, mas havia também outros fatores como ineficiência dos projetos ou até atrasos por causa de problemas climáticos.

Como se vê, está longe o dia em que a Petrobras terá, como prometeu a presidente Dilma em seu discurso na reunião ministerial, "a mais eficiente estrutura de governança e controle que uma empresa estatal, ou privada já teve no Brasil". O que impressiona é que o balanço da Petrobras tenha sido divulgado na mesma noite em que a presidente fez seu discurso na reunião ministerial.

Não apenas por que a divulgação foi à noite, quase às escondidas, mas principalmente por que revela um desencontro inacreditável entre o que a presidente disse e o que a estatal mostrou no seu balanço. Um mínimo de coordenação no governo impediria que a Petrobras desmentisse a presidente tão diretamente.

A presidente Dilma também saiu da realidade quando disse que a Petrobras, "a mais estratégica para o Brasil e a que mais contrata e investe no país", teria que continuar a apostar no modelo de partilha para o pré-sal, e dar continuidade à vitoriosa política de conteúdo local.

O problema é que, horas depois, o balanço da empresa, mesmo feito de maneira incorreta, mostrou que a Petrobras terminou o trimestre com um endividamento líquido de R$ 261,4 bilhões, um aumento de 18% (ou R$ 40 bilhões) em relação ao fechamento de 2013, a maior parte dessa dívida em dólar.

Do investimento total, apenas R$ 62 bilhões foram próprios, o restante veio de investidores externos. Isso demonstra que a aposta no sistema de partilha, que obriga a Petrobras a bancar pelo menos 30% de todos os investimentos no pré-sal, é simplesmente inviável, além do fato de que a política de conteúdo nacional nada tem de vitoriosa.

Ela obriga a estatal a comprar equipamentos muito mais caros, além de bancar a ineficiência de empresas criadas para fabricar equipamentos de conteúdo nacional, como a Sete Brasil criada em 2011 para a contratação de sondas marítimas. A Petrobras indicou o comando executivo da empresa, e Pedro Barusco, o executivo que se comprometeu a devolver U$ 100 milhões na Operação Lava-Jato, foi colocado lá.

Agora, a empresa, uma união da Petrobras com bancos como o Pactual BTG e fundos de pensão, está quebrada e teve que ser socorrida pelo BNDES. O desencontro entre as promessas presidenciais e a realidade está cada vez maior, e isso é preocupante.